Redescubro-me na sombra do silêncio
Na maca da solidão marchante
Coroada de coágulos de dor dolorida
Nesta melancolia de vomitar o sofrimento
Que pinta artisticamente este caqui
No contraste da balalaica que me aquece avidamente
Dor é sentir a dor
Sorriso é deixar a dor falar
Felicidade é compreender a fala da dor
Entre amar e ser amado
Ou entre governar e ser governado
Nesta vasta floresta da humanidade
Em que o predador do Homem
É o outro Homem jazido na sombra da sociedade
Onde poeto-me poeta
Onde o mar respira, o coração repousa.
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O mar respira em ondas,
o coração pulsa em marés.
Ambos guardam profundezas
que ninguém lê de uma só vez.
O mar nunca está completamente quieto.
Me...
Há 2 semanas
