Oiça a minha voz
Que dança melodias de saudade
De invadir teus tímpanos
Ao encontro de ti, mãe
Está carente de ti, mãe
Nem meus olhos te alcançam
Nesta distância que mata
E enterra a minha voz
Mãe
Sei que não me esqueceste
Tenho certeza que me contemplas
No teu pensamento como tua preciosa jóia
Que me polis a cada pulsar de seu coração
Nessa distância distante
Que nem os meus olhos te alcançam
Tenho certeza em mim
Que um dia vais voltar
Beijar-te o rosto enrugado
Deliciar-me da tua voz já melancólica
Sentir as tuas mãos escamosas
Bronzeadas talvez pelo carinho do cabo da enxada…
Eu
Aguardo-te com todo carinho de filho
Nesta minha idade avançada
Pasmada pela nostalgia…
Que mesmo com o tempo
Nada se apaga, mãe.
Sindicato dos raptos faz mais uma vítima na Cidade de Maputo
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A onda de raptos continua a assombrar a cidade de Maputo, evidenciando a
impunidade e a ineficácia das autoridades no combate ao crime organizado.
Na tarde...
Há 2 meses
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